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	<title>Arquitetando &#187; brasil</title>
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	<description>Arquitetura de Informação, Design e Experiência do Usuário (UX)</description>
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		<title>Como visualizar melhor seus problemas</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 13:16:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você só consegue enxergar seus problemas quando os vê em perspectiva e a infografia é uma das especialidades do design de informação que mais ajuda nesse trabalho. Um bom exemplo disso é o projeto realizado pelos brasileiros Bruna Ramon, Getulio Lima, André Mozzaquatro e Luciano Andrade, que fizeram uma análise e filtros de dados para compor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você só consegue enxergar seus problemas quando os vê em perspectiva e a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infografia" target="_blank">infografia </a><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Visualization_(computer_graphics)" target="_blank"> </a>é uma das especialidades do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_de_informa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">design de informação</a> que mais ajuda nesse trabalho.</p>
<p>Um bom exemplo disso é o projeto realizado pelos brasileiros Bruna Ramon, Getulio Lima, André Mozzaquatro e Luciano Andrade, que fizeram uma análise e filtros de dados para compor um infográfico da sustentabilidade econômica brasileira.</p>
<p>O <a href="http://www.visualizing.org/visualizations/brasil-superpoderes-sustent%C3%A1veis" target="_blank">infográfico </a>deles não traz muitas novidades para nós brasileiros, infelizmente, mas sim a indignação de saber que um país que é a 8° potência mundial (segundo seu <a title="Produto Interno Bruto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Produto_interno_bruto" target="_blank">PIB</a>) é o 124° quando se trata de qualidade da educação, e 136° nos desperdícios e gastos do governo (sinônimo de má gestão),  muito atrás dos demais países emergentes que compõem o <a title="Brasil, Russia, Índia e China" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BRIC" target="_blank">BRIC</a>. Mas nossos bancos são os mais sólidos!</p>
<p>Só nos resta exigir de nossos &#8220;excelentíssimos&#8221; (na maioria das vezes ordinários) políticos, aqueles que você e eu elegemos a cada quatro anos, que cumpram suas promessas, e devolvam nossos impostos em forma de melhores serviços a população, principalmente nas áreas da saúde e educação, que se encontram tão abandonadas.</p>
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<p><a title="                                                          Equipe: Bruna Ramon, Getulio Lima, Luciano Andrade e André Mozaquatto                                                      " href="http://prezi.com/cbfbxc9pcjx9/brasil-superpoderes-sustentaveis/">Brasil: Superpoderes sustentáveis</a> on <a href="http://prezi.com">Prezi</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>EBAI 2011 &#8211; Minhas considerações&#8230;</title>
		<link>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2011/10/24/ebai-2011-minhas-consideracoes/</link>
		<comments>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2011/10/24/ebai-2011-minhas-consideracoes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 23:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
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		<category><![CDATA[experiência do usuário]]></category>
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		<description><![CDATA[Com as anotações feitas durante as palestras do 5º congresso EBAI acabei fazendo um resumo das que achei mais interessantes. Se gostar ou tiver algo a acrescentar comenta lá embaixo. &#160; DIA 1 &#8211; 21/10/2011 UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações. Palestrantes: Andressa Vieira, Marcos Eduardo Vigorito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Com as anotações feitas durante as palestras do <a title="Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação" href="http://www.congressoebai.org" target="_blank">5º congresso EBAI</a> acabei fazendo um resumo das que achei mais interessantes. Se gostar ou tiver algo a acrescentar comenta lá embaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIA 1 &#8211; </strong><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong>21/10/2011</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações.<br />
</strong><em>Palestrantes: Andressa Vieira, Marcos Eduardo Vigorito de Oliveira, Paula Sato (Locaweb)<br />
<a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo16.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>O pessoal de UX da Locaweb provou que ter uma equipe focada no design de seus produtos e ferramentas é essencial, mas acima de tudo mostrou o valor do design centrado no usuário e do uso das boas práticas, mesmo com todas as limitações envolvidas.</p>
<p>O que ficou de sua palestra foi principalmente a importância dos métodos de pesquisa, que infelizmente ainda são tão pouco utilizados por aqui. Por se tratar de uma equipe interna, tiraram muito proveito disso e puderam se aproximar e criar um relacionamento com clientes, desenvolvedores e equipe de suporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Search Engine Optimization – SEO: a contribuição do bibliotecário na otimização de websites para os mecanismos de busca<br />
</strong><em>Palestrantes: Adriano Mendes de Oliveira, Héber Terra Ferreira, Valdir Assis Casimiro, Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos (FESPSP)<br />
<a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo08.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF </a></em></p>
<p>Falaram um pouco sobre os métodos usados em seu dia-a-dia no trabalho de organizar uma biblioteca digital e também sobre como podem ajudar no trabalho de SEO. Senti um pouco a falta de exemplos mais práticos da aplicação das ferramentas de biblioteconomia dentro do SEO, que acabou tornando a palestra um pouco superficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crowd Sourcing: Usando as comunidades virtuais para gerar e discutir idéias de design<br />
</strong><em>Palestrante: Philip Rhodes (<a href="www.onetooneglobal.com/insight" target="_blank">One to One Insight</a>)</em></p>
<p>Com muito conteúdo e domínio sobre o assunto, em minha opinião a melhor palestra do dia.</p>
<p>Philip trouxe com muita propriedade o assunto do momento, como usar as redes sociais em prol do design e das marcas.</p>
<p>Pra começar ele traçou uma linha de tempo da evolução do design, muito interessante, onde inicialmente apenas o design era o rei, considerado o estágio egocêntrico, em seguida veio o estagio da colaboração, dos usuários (UCD) e atualmente estamos em seu estágio social, onde o design e as experiências são criadas a partir da interação e conhecimento gerados nas comunidades virtuais.</p>
<p>O monitoramento das redes sociais é uma das ferramentas mais úteis nesse panorama, porém não garante a inovação, mas sim a melhoria dos processos e do produto de uma maneira geral. Um exemplo dado por Philip foi do logotipo da Gap que após a grande polêmica nas redes sociais acabou voltando para seu logo original.</p>
<p>As “comunidades de inovação”, como são denominados esses ambientes, devem ter algumas características especiais para que gerem melhores insights. Em geral o ambiente deve ser fechado (login e cadastro), ter um histórico das interações, privacidade, motivar o diálogo entre os membros e principalmente ter um comunity manager.</p>
<p>Comunidade de inovação infelizmente não funciona para todos, há casos onde a cultura da empresa não permite ou não combina com as abordagens e métodos utilizados.</p>
<p>Entre alguns exemplos do uso de comunidades e crowdsourcing, um que chamou bastante atenção foi o <a href="http://fold.it/">Fold.it</a>, que com a ajuda da inteligência coletiva resolveu problemas que cientistas ainda não conseguiam. O conhecido <a href="http://www.ideastorm.com/">IdeaStorm.com</a> da Dell, onde uma comunidade de 6 mil membros gerou 15 mil idéias para a empresa. E também do The Guardian, que usou o Google Docs para validar artigos antes de serem publicados oficialmente.</p>
<p>Finalizou com dez regras simples e eficazes para gerir comunidades de sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Interatividade + TV<br />
</strong><em>Palestrante: <a href="http://www.rodrigoquaresma.com.br/" target="_blank">Rodrigo Quaresma</a> (PayTV / GVT)<br />
<a href="http://www.slideshare.net/rquaresma/tv-interatividade-9887494">Apresentação SlideShare</a> </em></p>
<p>Rodrigo trouxe um assunto ainda pouco abordado nas rodas de UX, a tão sonhada TV interativa. Ele fez uma rápida explanação sobre os níveis de interação existentes nessa mídia,  suas principais características e a promessa do set-top box se tornar um media-center em nossos lares. Mas o mais interessante foi ouvir sobre as dificuldades ainda enfrentadas no desenvolvimento de interfaces e experiências para TV interativa. Não há padrões bem definidos tanto na tecnologia quanto nas interfaces, o que transforma os designers dessa área verdadeiros desbravadores.</p>
<p>Algumas frases pescadas durante sua apresentação:</p>
<ul>
<li><em>“Interatividade é diálogo.”</em></li>
<li><em>“Ofereça menos decisões.”</em></li>
<li><em>“Não foque nas etapas mas sim no esforço necessário.”</em></li>
<li><em>“Usuários de TV não querem computador.”</em></li>
<li><em>“Convivência em vez de convergência.”</em></li>
</ul>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>A influência das cores na usabilidade de interfaces através do design centrado no comportamento cultural do usuário<br />
</strong><em>Palestrantes: Cínthia Costa Kulpa, Eluza Toledo Pinheiro (UFRGS)<br />
<a href="http://prezi.com/6aaidzibgtfp/palestra-cores-e-usabilidade-5-ebai-outubro-2011/">Apresentação </a> | <a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo25.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>A Cínthia é mestre em cores, e falou com propriedade sobre todos os aspectos da influência das cores no design. Trouxe muitas informações relevantes, apesar de algumas não serem novidade para quem é designer e estudou teoria das cores. Algumas informações interessantes:</p>
<ul>
<li>Entre nossos sentidos a “visão cor” é responsável por 59% da captação de informações, seguida pela forma (20%) e audição (11%).</li>
<li>70% das interfaces web são brancas.</li>
<li>Cinzas são ótimos para interfaces usadas por longos períodos.</li>
<li>Vermelho aumenta a pressão sanguínea.</li>
<li>Violeta gera equilíbrio visual.</li>
<li>Verde é a cor mais visível do RGB, ótimo para buscas rápidas.</li>
<li>Azul e branco é a combinação com melhor legibilidade</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Painel de Discussão<br />
</strong><em>Palestrantes: Iris Coldibelli, Juliana Constantino e Robson Santos (mediados por Carol Leslie)</em></p>
<p>Com certeza foi o ponto alto do primeiro dia. Profissionais com muitos anos de experiência, compartilhando seus pontos de vista sobre as áreas de AI e UX, tanto pontos convergentes quanto divergentes, enriqueceu muito a discussão. Um dos assuntos recorrentes foi o antigo dilema da especialização versus gerência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UX = MKT²<br />
</strong><em>Palestrante: <a href="http://www.niide.net/" target="_blank">Emerson Niide</a> (Abril)<br />
<a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo32.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>O Emerson com suas divertidas analogias e jogo de cintura, trouxe uma bacana comparação entre UX e Marketing e concluiu que precisamos mostrar mais nosso valor, afinal nossos colegas do marketing já o fizeram a muito tempo e hoje colhem seus frutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Design Livre e Cultura Colaborativa<br />
</strong><em>Palestrante: Frederick van Amstel (<a href="http://www.faberludens.com.br/" target="_blank">Instituto Faber-Ludens</a>)<br />
<a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido/design-livre">Apresentação SlideShare</a> </em></p>
<p>O Fred mais uma vez trouxe a inquietação do Open Design para a discussão. Explicou como funciona essa cultura colaborativa e falou da importância de abrir o processo e a documentação utilizada na produção de um produto. Exemplificou com cases do Microsoft Office 2007 e seu blog de desenvolvedores, o <a href="http://www.openideo.com">Open Ideo</a>, <a href="http://www.lets-evo.net">Letsevo </a>e um caso pessoal envolvendo a <a href="http://www.ikea.com/" target="_blank">Ikea </a>e os móveis para seu apartamento na Holanda. Enfim, levantou a questão do designer criador de processos e não apenas produtos.</p>
<p>Explicou porque design livre é diferente de crowdsourcing e demonstrou como funciona o site <a href="http://corais.org">Corais.org</a>, uma plataforma de design livre “co-criada” pelo<a href="http://www.faberludens.com.br"> Instituto Faber-Ludens</a>.</p>
<p>Fred mostrou um dos produtos criados nessa plataforma, o <a href="http://corais.org/node/419" target="_blank">UX Cards</a>, um game usado para definição dos processos e metodologia de trabalho para projetos de UX. E convocou todos para colaborarem nesse e outros projetos que estão rolando no <a href="http://corais.org" target="_blank">corais.org</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIA 2 &#8211; </strong><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong>22/10/2011</strong></span></h2>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Interface para um ambiente de consumo + participação: um widget social para a experiência Globo.com</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrantes: Paulo Coimbra (Globo.com)<br />
<a href="http://www.slideshare.net/paulocoimbra/interface-para-um-ambiente-de-consumo-participao">Apresentação SlideShare</a> | <a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo21.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>Um case bacana de integração do widget social do twitter dentro de um dos maiores portais de conteúdo brasileiros. Além de detalhar alguns pontos do processo ágil envolvido na produção, o Paulo falou bastante dos desafios e quebra de paradigmas envolvidos nesse projeto, entre eles a questão da moderação e curadoria da enorme quantidade de conteúdo gerada pelos usuários, o que tornou o projeto bastante desafiador.</p>
<p>O sucesso do projeto garantiu o reconhecimento da auto-moderação e da inteligência coletiva dentro da companhia.</p>
<p>Alguns dos aprendizados:</p>
<ul>
<li>Diálogo no lugar de simples mídia.</li>
<li>Foco no produto em vez de entregáveis.</li>
<li>Entregar além do briefing e do status qüo.</li>
<li>Ter que entender as regras do negócio e se necessário ir além.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Panorama do mercado de trabalho</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrantes: Elisa Volpato e Stefan Martins (UPA – São Paulo)<br />
</em></p>
<p>A Elisa e o Stefan apresentaram os resultados da pesquisa da UPA sobre o mercado de UX no Brasil. Cargos, nomenclaturas, salários, níveis de senioridade, divisão dos profissionais por região do país etc. A ideia da Associação é realizar esta pesquisa anualmente para conseguir entender a evolução dos dados com o passar do tempo. Um dos pontos mais comentados foi o crescimento dos profissionais sênior com pouco tempo de mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arquitetura de Informação sem wireframe</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrantes: Rodrigo Freese Gonzatto, Karla da Cruz Costa (Instituto Faber-Ludens)<br />
</em><em><a href="http://www.slideshare.net/gonzatto/arquitetura-da-informao-sem-wireframe" target="_blank">Apresentação no SlideShare </a> | <a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo33.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a></em></p>
<p>Wireframing é a tarefa mais executada pelo profissional de AI brasileiro. A partir dessa constatação, foi feita uma longa explanação do que é um wireframe e de seus problemas, em seguida foram apresentadas algumas alternativas ao uso do wireframe, como técnicas de narrativa guiada, wireflow uma mistura de wireframe e fluxo, o conhecido sketching e o “gogósketching” que utilizaria a fala como meta-prototipação.</p>
<p>Acima de tudo, reforçaram a técnica do sketch, que é um processo divergente, coletivo e prega a experimentação, enquanto o wireframe é convergente e solitário.</p>
<p>Ao fim muitos comentários e uma conclusão: o wireframe só é vilão se for mal utilizado. Se utilizado como ferramenta de colaboração e diálogo em vez de simples entregável, ele se torna uma ferramenta muito mais valiosa e entrega mais valor ao nosso produto final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Web Dogma</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrante: <a href="www.fatdux.com/who/person/eric-reiss" target="_blank">Eric Reiss </a>(FatDUX)<br />
<em><a href="http://www.slideshare.net/ericreiss/o-dogma-da-web-ebai-so-paulo-brasil" target="_blank">Apresentação no SlideShare </a></em> </em></p>
<p>Eric trouxe seu famoso <a href="http://www.fatdux.com/how/our-web-dogma/" target="_blank">Web Dogma</a> (2006), um tipo de tratado com regras básicas para melhorar a experiência de uso de sites e aplicações. Apresentou muitos casos reais de sites que não seguem algumas dessas regras básicas e acabam fracassando em suas experiências. Também falou sobre inovação,  afirmando que o Brasil é um país inovador por natureza e que tem tudo para ser bem sucedido inovando e trabalhando em colaboração com outros países.</p>
<p>Algumas frases e insights:</p>
<ul>
<li><em>Invenção só é inovação quando resolve um problema real.</em></li>
<li><em>Dogmas = bullshit</em></li>
<li><em>Criatividade não é o que você faz mas como pensa.</em></li>
<li><em>Limitações exigem que sejamos criativos. *Lembrei da frase do Jaime Lerner: “A criatividade começa quando se corta um zero do orçamento&#8230;”</em></li>
<li><em>Quem controla o passado comanda o futuro.</em></li>
<li><em>Quebre regras sempre que necessário.</em></li>
<li><em>Não precisamos apenas de inovação disruptiva e sim muita inovação incremental.</em></li>
<li><em>O email foi uma inovação disruptiva, que permitiu colaborar em um mesmo documento.</em></li>
<li><em>Como tornar o Brasil um país melhor? Comece pelo incremental, busque fazer pequenas melhorias a sua volta.</em></li>
</ul>
<p><em><br />
</em></p>
</div>
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		<item>
		<title>EBAI 2009 &#8211; Segundo dia</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 02:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Não foi fácil, mas acho que consegui descrever um pouco de tudo que lembrei de cada palestra. Sugestões, elogios e críticas, por favor comente lá embaixo! Alessandro Dias – Instituto Nokia de Tecnologia(INdT) AI &#8211; transformando o complexo em simples O Alessandro veio de Manaus para falar sobre sua experiência e metodologias para a criação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi fácil, mas acho que consegui descrever um pouco de tudo que lembrei de cada palestra. Sugestões, elogios e críticas, por favor comente lá embaixo!<br />
<em> </em> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong> <em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.dias.pro.br/" target="_blank">Alessandro Dias</a> – <a href="http://www.indt.org.br/" target="_blank">Instituto Nokia de Tecnologia(INdT)</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<address class="mceTemp mceIEcenter"> </address>
<dl id="attachment_170" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><strong><strong><img class="size-medium wp-image-170" title="indt_nokia" src="http://www.zumk.com.br/arquitetando/wp-content/uploads/2009/10/indt_nokia-300x208.png" alt="AI tornando o complexo algo simples" width="300" height="208" /></strong></strong></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><em>AI &#8211; transformando o complexo em simples</em></dd>
</dl>
<p><strong> </strong></p>
<p>O Alessandro veio de Manaus para falar sobre sua experiência e metodologias para a criação de <strong>infográficos interativos</strong>, criados para apresentar e reportar os <strong>resultados dos testes de usabilidade</strong> feitos no INdT para a matriz da Nokia na Finlândia.</p>
<p>O desafio que ele apelidou de “tudo ao mesmo tempo agora” era apresentar <strong>muitos dados</strong> de diferentes devices em <strong>pouquíssimo tempo</strong>. E isso só foi possível graças a ajuda de um <strong>arquiteto de informação que compilou e organizou esses dados</strong>, criando uma <strong>estrutura clara e simplificada</strong>, que <strong>facilitou o entendimento</strong> do usuário/cliente.</p>
<p><em>“O que importa não é o conteúdo da mensagem, mas o modo como esta é transmitida e, mais ainda, o meio através do qual é transmitida.” </em> (Balle)</p>
<p><strong>Resultados</strong>: O cliente entendeu, adorou e sugeriu que outras unidades da Nokia fizessem igual.</p>
<p>»<a href="http://www.dias.pro.br/ebai/PPT_EBAI2009_AlessandroDias.pdf" target="_blank"> Slides da apresentação</a></p>
<p><a href="http://www.dias.pro.br/ebai/Artigo_EBAI2009_AlessandroDias.pdf" target="_blank">» Paper do trabalho</a> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.verbeat.org/blogs/gejfin/" target="_blank">Leandro Gejfinbein</a> – <a href="http://globo.com" target="_blank">Globo.com</a></strong></p>
<p>A Globo.com não estava satisfeita com o papel do Arquiteto de Informação e com suas metodologias, e há um ano vem aplicando novos métodos e otimizando  a maneira que seus arquitetos trabalham.</p>
<p>Hoje, de acordo com o Leandro, o papel do AI está muito mais ligado as <strong>estratégias de UX, semântica e métricas</strong> e menos aos <strong>wireframes</strong>, que cada vez mais é <strong>responsabilidade dos designers</strong> da empresa. Assim como outros palestrantes ele também reforçou o uso da metodologia <strong>Scrum</strong>.</p>
<p>Assim como a maioria das empresas a Globo.com ainda está em busca do <strong>modelo perfeito de trabalho</strong>, e pelo jeito ainda estão <strong>calibrando todos os processos</strong>.</p>
<p>O Leandro comentou que muito em breve o portal passará por uma grande reformulação.</p>
<p>E apesar da insistência de alguns participantes para que ele comentasse o lançamento do R7 da Record, ele foi muito político e ético, apenas pontuou as tendências e padrões dos portais.</p>
<p>» <a href="http://www.congressoebai.org/JUMP/apresentacoes/EBAI_2009vpdf.pdf" target="_blank">Slides da apresentação</a> (.pdf)<br />
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<em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.paolasales.com.br" target="_blank">Paola Sales</a> &#8211; <a href="http://www.experientia.com.br" target="_blank">Experientia</a></strong></p>
<p>A Paola veio da Itália pra mostrar os resultados e a metodologia usada em uma interessante pesquisa: <a href="http://www.touchthinking.com" target="_blank"><strong>A influência cultural nas interfaces de toque</strong></a>.</p>
<p>Com apenas alguns <strong>protótipos de papel, carvão e uma webcam</strong>, o projeto testou uma interface simples de seleção de músicas com pessoas de <strong>10 países diferentes</strong>. Gerou um enorme banco de dados de gestos e chegou a conclusões bem interessantes. Uma das descobertas foi que as <strong>diferenças entre os gestos de usuários de Windows e Mac é maior que entre usuários de nacionalidades diferentes.</strong></p>
<p>» <a href="http://www.slideshare.net/paolasales/influncia-cultural-nas-interfaces-gestuais-metodologia-e-resultados" target="_blank">Slides da apresentação</a></p>
<p>» <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VtOHq0ikK2Y" target="_blank">Vídeo da palestra</a> <strong> </strong><br />
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<em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong>Feliphe Lavor – <a href="http://www.calandra.com.br" target="_blank">Calandra Soluções</a></strong></p>
<p>Feliphe, um engenheiro de produção, provou com seu projeto o que tanto o Andrew quanto o Gil Barros apontaram: UX Design e arquitetura de informação na maior parte do tempo não é feita por arquitetos, e isso só enriquece a disciplina.</p>
<p>O projeto da Calandra, liderado pelo Feliphe é um exemplo para as empresas de tecnologia e agências de como se gera uma boa experiência do zero, a partir de um processo aparentemente simples:</p>
<p><strong>Definição do Problema</strong>: funcionários não reportavam as tarefas e horas dos projetos na intranet da empresa. Entre os motivos pesquisados estava a dificuldade de preenchimento e categorização “top-down” do conteúdo.</p>
<p><strong>Objetivo</strong>: transformar conhecimento tácito dos funcionários em conhecimento explícito.</p>
<p><strong>A Solução</strong> partiu do insight “Como as ferramentas de redes sociais engajam os usuários?” E após intensa pesquisa nas principais redes socias, encontraram a resposta, que serviu como base para o novo sistema de gerenciamento de projetos da companhia.</p>
<p><strong>Resultado</strong>: os gestores dos projetos nunca mais precisaram cobrar o preenchimento dos funcionários, gerou-se uma base de conhecimento de todos os projetos, e a Calandra foi procurada pelos próprios clientes que queriam adquirir o sistema.</p>
<p>»<a href="http://www.slideshare.net/feliphelavor/central-de-projetos-calandra-ebai-2009" target="_blank"> Slides da apresentação</a> <strong> </strong><br />
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<em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong>Frederick, Edyd e Rodrigo –<a href="http://go2.wordpress.com/?id=725X1342&amp;site=nuxabril.wordpress.com&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.faberludens.com.br%2F" target="_blank"> Instituto FaberLudens de Design</a></strong></p>
<p>O Fred (Usabilidoido) e os alunos da Faber causaram com seu projeto-conceito <strong>Conectando Conteúdos</strong>. Várias idéias inovadoras e bacanas, daquelas que te põe <strong>minhocas na cabeça</strong>.</p>
<p>Como criar <strong>sistemas mais estruturados de folksonomia</strong> (já que segundo eles a web semântica não vai vingar), <strong>vídeos sociais</strong>, pra se assistir em em grupo (e ver a reação de quem assiste), e a que achei mais interessante, a <strong>transmissão coletiva</strong>, onde os espectadores transmitem ao vivo o próprio evento. Na mesma hora lembrei do conceito <strong>social news</strong>, e das infinitas possibilidades dessa idéia, que vão do jornalismo colaborativo a artes plásticas. Imaginem uma <strong>instalação</strong> usando esta técnica!</p>
<p>Quem quiser colaborar no projeto, <strong><a href="http://http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/482" target="_blank">saiba mais aqui</a>.</strong></p>
<p>» <a href="http://www.faberludens.com.br/pt-br/node/2724" target="_blank">Slides da apresentação</a> <strong> </strong><br />
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<em> </em> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong>Rafael Kiso – <a href="http://www.focusnetworks.com.br" target="_blank">Focus Networks</a> (Case Embraer Ahead 2.0 )</strong></p>
<p>A interface do Ahead (sistema de gerenciamento de chamados de manutenção de aeronaves) já estava defasada e não mais atendia a demanda dos usuários. O processo de redesign dessa aplicação web foi explicao pelo Rafael.</p>
<p>A aplicação foi toda desenvolvida em Flex, e a julgar pelo resultado final, acredito que a Embraer ganhou mais um grande argumento de venda em seus aviões, que contam agora com um sistema eficiente e extremamente agradável para seus usuários.</p>
<p>» Slides da apresentação (se alguem tiver o link envie  por favor!) <strong> </strong><br />
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<em> </em> <strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://www.fmemoria.com.br/" target="_blank">Felipe Memória</a> – <a href="http://www.hugeinc.com/" target="_blank">Huge</a></strong></p>
<address class="mceTemp mceIEcenter"></address>
<dl id="attachment_169" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><strong><strong><img class="size-full wp-image-169" title="Felipe Memoria" src="http://www.zumk.com.br/arquitetando/wp-content/uploads/2009/10/3981491419_3ee96a4ff6.jpg" alt="Felipe Memória - foto by Silvio Tanaka" width="500" height="331" /></strong> </strong></dt>
<dd class="wp-caption-dd">
<address>Felipe Memória &#8211; foto by Silvio Tanaka</address>
</dd>
</dl>
<p><strong> </strong></p>
<p>O Felipe <strong>saiu da zona de conforto</strong>, e mostrou com sua simpatia e bom humor que você também pode, bastar ser um pouco do <strong>Jack Bauer</strong>!</p>
<p>A galera aplaudiu e curtiu cada slide, e conheceu as <strong>dores e alegrias</strong> de quem quer <strong>ser o melhor no que faz</strong>, e quando é <strong>isso que te faz feliz</strong>, vale muito a pena!</p>
<p>“<strong><em>Faça o que for necessário e mostre resultado</em></strong>.”  &#8217;Jack Bauer&#8217; Memória</p>
<p>Como todos comentaram, fechou com chave de ouro o melhor evento de UX do Brasil até hoje.</p>
<p>» Slides da apresentação (se alguem tiver o link envie por favor!)</p>
<p><span id="more-159"></span></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.zumk.com.br/arquitetando/2009/10/07/ebai-2009-primeiro-dia/" target="_self">EBAI 2009 &#8211; Primeiro dia</a></strong></li>
</ul>
<p><strong>Veja mais em:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/nuxabril/" target="_blank">Flickr &#8211; cobertura feita pelo fotógrafo Silvio Tanaka</a></li>
<li><a href="http://www.congressoebai.org/JUMP/index.php/EBAI/2009/schedConf/presentations" target="_blank">EBAI &#8211;  papers dos trabalhos aprovados</a></li>
</ul>
<p><strong>Quem mais comentou o evento:</strong></p>
<ul>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/nuxabril.wordpress.com');" href="http://nuxabril.wordpress.com/">Núcleo de User Experience da Abril</a></li>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/www.rogeriopa.com');" href="http://www.rogeriopa.com/blog/2009/10/impressoes-sobre-o-3-ebai/">Rogério PA</a></li>
<li><a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outbound/article/plantabaixa.wordpress.com');" href="http://plantabaixa.wordpress.com/2009/10/06/ebai-2009/">Planta Baixa</a></li>
<li><a href="http://www.thiagotpc.com/internet/eu-fui-no-ebai-2009/" target="_blank">Thiago TPC</a></li>
</ul>
<p>E agora que venha o <a href="http://www.interaction-southamerica.org/" target="_blank"><strong>IxDA América do Sul</strong></a>!</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 2173px; width: 1px; height: 1px;">http://www.congressoebai.org/JUMP/index.php/EBAI/2009/schedConf/presentations</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>EBAI 2009 &#8211; Primeiro dia</title>
		<link>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2009/10/07/ebai-2009-primeiro-dia/</link>
		<comments>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2009/10/07/ebai-2009-primeiro-dia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 21:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
		<category><![CDATA[arquiteturadeinformacao]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[experienciadousuario]]></category>
		<category><![CDATA[saopaulo]]></category>
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		<description><![CDATA[A 3. edição do EBAI parece ter sido mesmo a melhor das três. Eu pelo menos adorei! Fiz esse resumo  segundo minha visão,  incluindo alguns pitacos, para quem não participou possa ter uma idéia do que rolou. Super Trunfo O criativo brinde que a Try Consultoria bolou além de ser super útil como referência  a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A 3. edição do <a href="http://wwww.congressoebai.org" target="_blank" title="Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação">EBAI</a> parece ter sido mesmo a melhor das três. Eu pelo menos <strong>adorei</strong>!</p>
<p>Fiz esse resumo  segundo<strong> minha visão</strong>,  incluindo <strong>alguns pitacos</strong>, para quem não participou possa ter uma idéia do que rolou.</p>
<p><strong>Super Trunfo<br />
</strong>O criativo brinde que a <a href="http://www.try.com.br" target="_blank">Try Consultoria</a> bolou além de ser super útil como referência  a qualquer AI, se mostrou <strong>a grande experiência</strong> do evento. O networking rolou soltou com todos querendo trocar suas figurinhas e completar o Super Trunfo para concorrer a livros no final.</p>
<address style="text-align: center;"><em> </em></p>
</address>
<address class="mceTemp mceIEcenter"></address>
<dl id="attachment_147" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px;">
<dt class="wp-caption-dt"><em><em><img class="size-full wp-image-147" title="Super Trunfo dos AIs" src="http://www.zumk.com.br/arquitetando/wp-content/uploads/2009/10/340531962.jpg" alt="Consegui completar o meu só no 2º dia, mas valeu o esforço. (foto by Zumk)" width="600" height="355" /></em></em></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-align: center;">
<address>Consegui completar o meu só no 2º dia, mas valeu o esforço. (foto by Zumk)</address>
</dd>
</dl>
<p><em> </em><br />
<em> </em></p>
<p><strong> Portal <a href="http://www.fiat.com.br" target="_blank">FIAT</a> – <a href="http://www.agenciaclick.com.br" target="_blank">Agência Click</a></strong></p>
<p>O Fabrício Teixeira e a Silvia Melo  mostraram que não há nada tão bom que não possa melhorar. E encararam o <strong>desafio </strong>do redesign do portal de montadora mais acessado do brasil.</p>
<p>Partiram de uma proposta <strong>minimalista</strong>, que evoluiu para uma<strong> mais estruturada</strong>, acreditaram na proposta e seguiram com o projeto e só foram testar com uma versão funcional. E provaram que <strong>as melhores idéias prevalecem</strong> mesmo após uma bateria de testes de usabilidade, com pequenos ajustes é claro.</p>
<p><strong>Resultados</strong>: Refizeram o portal em 6 meses, quebraram paradigmas como a rolagem extensa na página de montagem do carro, multiplicaram as conversões do site e fluxo do usuário até o fim do “funil” e de quebra o pós-venda que era quase inexistente se tornou uma das áreas mais acessadas do site.</p>
<p>» <a href="http://arquiteturadeinformacao.com/2009/10/06/ebai-2009-case-novo-portal-fiat" target="_blank">Slides da apresentação</a></p>
<p><strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong><br />
<em> </em> <strong> </strong><strong>Maria Célia &#8211; <a href="http://www.prodeb.gov.br/" target="_blank">Prodeb</a></strong></p>
<p>A bahiana arretada que é uma das responsáveis pela criação das bases da <strong>estratégia de e-Gov do estado da Bahia</strong> demonstrou bastante entusiamo,  mesmo sabendo que ainda tem <strong>muito trabalho pela frente</strong>.</p>
<p>Só fortaleceu pra mim a percepção do quanto nós do sudeste temos a <strong>compartilhar </strong>com as demais regiões do país, ainda tão carentes de apoio financeiro, estrutural e profissional.</p>
<p>» <a href="http://www.2i2p.ba.gov.br/">Site do projeto &#8211; Internet e Interatividade para a Participação Pública</a></p>
<p><strong> </strong><br />
<em> </em><br />
<em> </em> <strong> </strong><strong>Gisele Rossi e Tâmara Baía &#8211; <a href="http://www.indt.org.br/" target="_blank">Instituto Nokia de Tecnologia (INdT)</a> / <a href="http://www.openbossa.org" target="_blank">OpenBossa</a><br />
</strong></p>
<p>Como um oásis de tecnologia de ponta na região norte/nordeste do país, o INdT é onde funciona o <strong>núcleo de experiência do usuário da Nokia Brasil</strong>.</p>
<p>As meninas do IndT fizeram bonito e mostraram como são pesquisadas, concebidas e testadas as interfaces dos devices da Nokia para o público brasileiro. Apontaram os grandes <strong>desafios </strong>de se projetar interfaces para dispositivos móveis, em virtude da <strong>infinidade de modelos, tamanhos e tecnologia</strong> envolvidos.</p>
<p>Descreveram alguns dos processos utilizados, como os <strong>workshops criativos</strong> e a metodologia <strong>Scrum</strong>, empregada em todos os projetos. Qualquer profissional contratado pelo instituto deve primeiramente fazer o treinamento oficial de Scrum.</p>
<p>O fato de existir também outra unidade do instituto em Manaus, e a matriz ser na Finlândia, o desafio do <strong>trabalho em equipe a distância</strong> me pareceu ser encarado com tranquilidade.</p>
<p>O resultado não poderia ser outro senão <strong>excelência em design e experiência do usuário</strong>.</p>
<p>Sempre admirei a superioridade das interfaces e aparelhos Nokia, agora tenho ainda mais motivos para tal.</p>
<p>» <a href="http://www.slideshare.net/girossi/apresentacao-ebai09" target="_blank">Slides da apresentação </a></p>
<p>» <a href="http://http://www.congressoebai.org/JUMP/index.php/EBAI/2009/paper/view/67/25" target="_blank">Paper do trabalho em .PDF</a></p>
<p><strong> </strong><br />
<em> </em><br />
<em> </em> <strong> </strong><strong>Ricardo Teixeira &#8211; <a href="http://www.fhios.com.br/" target="_blank">Fhios Brasil</a></strong><strong> </strong></p>
<p>O Ricardo trouxe um assunto de extrema importância: <strong>como vender os conceitos e serviços de UX</strong> dentro e fora da empresa, principalmente para os clientes de agências digitais.</p>
<p>Deu dicas valiosas de como educar e conscientizar o cliente da necessidade da UX nos projetos, como pesquisas etnográficas e testes de usabilidade. Uma forma de simplificar esse processo de alfabetização é <strong>associar o termo UX à Qualidade</strong> e <strong>comprovar seu benefício com o retorno sobre o investimento (ROI)</strong>.</p>
<p>“<strong>UX </strong>para os empresários deve ser sinal de <strong>ajuda, alívio e redução de riscos</strong>.”</p>
<p>» <a href="http://www.congressoebai.org/JUMP/index.php/EBAI/2009/paper/view/64" target="_blank">Paper do trabalho em PDF</a></p>
<p><strong> </strong><br />
<em> </em><br />
<em> </em> <strong> </strong><strong>Gil Barros &#8211; Formato</strong></p>
<p>O Gil veio para <strong>desmitificar </strong>de uma vez por todas o que é Arquitetura de Informação, Experiência do Usuário e com <strong>quantos chapéus se faz um arquiteto</strong>.</p>
<p>“No Brasil, o termo AI frequentemente é usado como sinônimo para UX.”</p>
<p>Comentou bastante o já famoso conceito da<strong> pequena AI </strong>e a <strong>grande AI</strong>. E no fim concluiu o que muitos já sabem mas que o mercado ainda está maturando: <strong>UX é o conceito guarda-chuva</strong> que inclui entre muitas outras coisas a AI e a Usabilidade.</p>
<p>Para ajudar na definição lançou mão do famoso diagrama de Elementos da Experiência do Usuário (J.J.Garret) dentre outros autores conhecidos.</p>
<p><a href="http://www.congressoebai.org/JUMP/index.php/EBAI/2009/paper/view/65" target="_blank">» Paper do trabalho em PDF</a></p>
<p><strong><a href="http://www.inkblurt.com/" target="_blank"></a></strong></p>
<p><a href="http://www.inkblurt.com/" target="_blank"><br />
<em> </em><br />
<em> </em> <strong> </strong></a><strong><a href="http://www.inkblurt.com/" target="_blank">Andrew Hilton</a> &#8211; </strong><a href="http://iainstitute.org/" target="_blank"><strong>IA Institute</strong></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<address class="mceTemp mceIEcenter"></address>
<dl id="attachment_146" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px;">
<dt class="wp-caption-dt"><strong><strong><img class="size-full wp-image-146" title="Andrew Hilton - IA Institute" src="http://www.zumk.com.br/arquitetando/wp-content/uploads/2009/10/3978073762_f3316ed090.jpg" alt="Foto: Silvio Tanaka - flickr.com/tanaka " width="500" height="331" /></strong></strong></dt>
<dd class="wp-caption-dd" style="text-align: center;">
<address>foto by  Silvio Tanaka &#8211; flickr.com/tanaka </address>
</dd>
</dl>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para fechar o primeiro dia o Andrew levou a platéia a uma verdadeira viajem conceitual pela qual mostrou <strong>como chegamos até aqui</strong>, nesse cenário <strong>caótico e confuso</strong> que é o mundo digital.</p>
<p>Com o mesmo objetivo que o Gil Barros mas numa ótica talvez <strong>mais filosófica</strong> falou sobre a importância do papel do AI, independente de suas áreas de origem, pois cada vez mais a Arquitetura de Informação será exercida por pessoas de diferentes áreas do conhecimento, que muitas vezes nem ao menos sabem que o que estão fazendo é AI, e aos poucos vão formando as tais “<strong>comunidades de prática</strong>”.</p>
<p>» <a href="http://www.slideshare.net/andrewhinton/linkosophy2-ebai" target="_blank">Slides da apresentação</a></p>
<ul>
<li><a href="http://www.zumk.com.br/arquitetando/2009/10/08/ebai-2009-segundo-dia/" target="_self"><strong>EBAI 2009 &#8211; Segundo dia</strong></a></li>
</ul>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 1425px; width: 1px; height: 1px;">http://www.slideshare.net/girossi/apresentacao-ebai09</div>
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