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	<title>Arquitetando &#187; Arquitetura de Informação</title>
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	<description>Arquitetura de Informação, Design e Experiência do Usuário (UX)</description>
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		<title>EBAI 2011 &#8211; Minhas considerações&#8230;</title>
		<link>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2011/10/24/ebai-2011-minhas-consideracoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 23:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
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		<description><![CDATA[Com as anotações feitas durante as palestras do 5º congresso EBAI acabei fazendo um resumo das que achei mais interessantes. Se gostar ou tiver algo a acrescentar comenta lá embaixo. &#160; DIA 1 &#8211; 21/10/2011 UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações. Palestrantes: Andressa Vieira, Marcos Eduardo Vigorito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Com as anotações feitas durante as palestras do <a title="Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação" href="http://www.congressoebai.org" target="_blank">5º congresso EBAI</a> acabei fazendo um resumo das que achei mais interessantes. Se gostar ou tiver algo a acrescentar comenta lá embaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIA 1 &#8211; </strong><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong>21/10/2011</strong></span></h2>
<p><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações.<br />
</strong><em>Palestrantes: Andressa Vieira, Marcos Eduardo Vigorito de Oliveira, Paula Sato (Locaweb)<br />
<a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo16.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>O pessoal de UX da Locaweb provou que ter uma equipe focada no design de seus produtos e ferramentas é essencial, mas acima de tudo mostrou o valor do design centrado no usuário e do uso das boas práticas, mesmo com todas as limitações envolvidas.</p>
<p>O que ficou de sua palestra foi principalmente a importância dos métodos de pesquisa, que infelizmente ainda são tão pouco utilizados por aqui. Por se tratar de uma equipe interna, tiraram muito proveito disso e puderam se aproximar e criar um relacionamento com clientes, desenvolvedores e equipe de suporte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Search Engine Optimization – SEO: a contribuição do bibliotecário na otimização de websites para os mecanismos de busca<br />
</strong><em>Palestrantes: Adriano Mendes de Oliveira, Héber Terra Ferreira, Valdir Assis Casimiro, Cibele Araújo Camargo Marques dos Santos (FESPSP)<br />
<a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo08.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF </a></em></p>
<p>Falaram um pouco sobre os métodos usados em seu dia-a-dia no trabalho de organizar uma biblioteca digital e também sobre como podem ajudar no trabalho de SEO. Senti um pouco a falta de exemplos mais práticos da aplicação das ferramentas de biblioteconomia dentro do SEO, que acabou tornando a palestra um pouco superficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crowd Sourcing: Usando as comunidades virtuais para gerar e discutir idéias de design<br />
</strong><em>Palestrante: Philip Rhodes (<a href="www.onetooneglobal.com/insight" target="_blank">One to One Insight</a>)</em></p>
<p>Com muito conteúdo e domínio sobre o assunto, em minha opinião a melhor palestra do dia.</p>
<p>Philip trouxe com muita propriedade o assunto do momento, como usar as redes sociais em prol do design e das marcas.</p>
<p>Pra começar ele traçou uma linha de tempo da evolução do design, muito interessante, onde inicialmente apenas o design era o rei, considerado o estágio egocêntrico, em seguida veio o estagio da colaboração, dos usuários (UCD) e atualmente estamos em seu estágio social, onde o design e as experiências são criadas a partir da interação e conhecimento gerados nas comunidades virtuais.</p>
<p>O monitoramento das redes sociais é uma das ferramentas mais úteis nesse panorama, porém não garante a inovação, mas sim a melhoria dos processos e do produto de uma maneira geral. Um exemplo dado por Philip foi do logotipo da Gap que após a grande polêmica nas redes sociais acabou voltando para seu logo original.</p>
<p>As “comunidades de inovação”, como são denominados esses ambientes, devem ter algumas características especiais para que gerem melhores insights. Em geral o ambiente deve ser fechado (login e cadastro), ter um histórico das interações, privacidade, motivar o diálogo entre os membros e principalmente ter um comunity manager.</p>
<p>Comunidade de inovação infelizmente não funciona para todos, há casos onde a cultura da empresa não permite ou não combina com as abordagens e métodos utilizados.</p>
<p>Entre alguns exemplos do uso de comunidades e crowdsourcing, um que chamou bastante atenção foi o <a href="http://fold.it/">Fold.it</a>, que com a ajuda da inteligência coletiva resolveu problemas que cientistas ainda não conseguiam. O conhecido <a href="http://www.ideastorm.com/">IdeaStorm.com</a> da Dell, onde uma comunidade de 6 mil membros gerou 15 mil idéias para a empresa. E também do The Guardian, que usou o Google Docs para validar artigos antes de serem publicados oficialmente.</p>
<p>Finalizou com dez regras simples e eficazes para gerir comunidades de sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Interatividade + TV<br />
</strong><em>Palestrante: <a href="http://www.rodrigoquaresma.com.br/" target="_blank">Rodrigo Quaresma</a> (PayTV / GVT)<br />
<a href="http://www.slideshare.net/rquaresma/tv-interatividade-9887494">Apresentação SlideShare</a> </em></p>
<p>Rodrigo trouxe um assunto ainda pouco abordado nas rodas de UX, a tão sonhada TV interativa. Ele fez uma rápida explanação sobre os níveis de interação existentes nessa mídia,  suas principais características e a promessa do set-top box se tornar um media-center em nossos lares. Mas o mais interessante foi ouvir sobre as dificuldades ainda enfrentadas no desenvolvimento de interfaces e experiências para TV interativa. Não há padrões bem definidos tanto na tecnologia quanto nas interfaces, o que transforma os designers dessa área verdadeiros desbravadores.</p>
<p>Algumas frases pescadas durante sua apresentação:</p>
<ul>
<li><em>“Interatividade é diálogo.”</em></li>
<li><em>“Ofereça menos decisões.”</em></li>
<li><em>“Não foque nas etapas mas sim no esforço necessário.”</em></li>
<li><em>“Usuários de TV não querem computador.”</em></li>
<li><em>“Convivência em vez de convergência.”</em></li>
</ul>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>A influência das cores na usabilidade de interfaces através do design centrado no comportamento cultural do usuário<br />
</strong><em>Palestrantes: Cínthia Costa Kulpa, Eluza Toledo Pinheiro (UFRGS)<br />
<a href="http://prezi.com/6aaidzibgtfp/palestra-cores-e-usabilidade-5-ebai-outubro-2011/">Apresentação </a> | <a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo25.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>A Cínthia é mestre em cores, e falou com propriedade sobre todos os aspectos da influência das cores no design. Trouxe muitas informações relevantes, apesar de algumas não serem novidade para quem é designer e estudou teoria das cores. Algumas informações interessantes:</p>
<ul>
<li>Entre nossos sentidos a “visão cor” é responsável por 59% da captação de informações, seguida pela forma (20%) e audição (11%).</li>
<li>70% das interfaces web são brancas.</li>
<li>Cinzas são ótimos para interfaces usadas por longos períodos.</li>
<li>Vermelho aumenta a pressão sanguínea.</li>
<li>Violeta gera equilíbrio visual.</li>
<li>Verde é a cor mais visível do RGB, ótimo para buscas rápidas.</li>
<li>Azul e branco é a combinação com melhor legibilidade</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Painel de Discussão<br />
</strong><em>Palestrantes: Iris Coldibelli, Juliana Constantino e Robson Santos (mediados por Carol Leslie)</em></p>
<p>Com certeza foi o ponto alto do primeiro dia. Profissionais com muitos anos de experiência, compartilhando seus pontos de vista sobre as áreas de AI e UX, tanto pontos convergentes quanto divergentes, enriqueceu muito a discussão. Um dos assuntos recorrentes foi o antigo dilema da especialização versus gerência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UX = MKT²<br />
</strong><em>Palestrante: <a href="http://www.niide.net/" target="_blank">Emerson Niide</a> (Abril)<br />
<a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo32.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>O Emerson com suas divertidas analogias e jogo de cintura, trouxe uma bacana comparação entre UX e Marketing e concluiu que precisamos mostrar mais nosso valor, afinal nossos colegas do marketing já o fizeram a muito tempo e hoje colhem seus frutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Design Livre e Cultura Colaborativa<br />
</strong><em>Palestrante: Frederick van Amstel (<a href="http://www.faberludens.com.br/" target="_blank">Instituto Faber-Ludens</a>)<br />
<a href="http://www.slideshare.net/usabilidoido/design-livre">Apresentação SlideShare</a> </em></p>
<p>O Fred mais uma vez trouxe a inquietação do Open Design para a discussão. Explicou como funciona essa cultura colaborativa e falou da importância de abrir o processo e a documentação utilizada na produção de um produto. Exemplificou com cases do Microsoft Office 2007 e seu blog de desenvolvedores, o <a href="http://www.openideo.com">Open Ideo</a>, <a href="http://www.lets-evo.net">Letsevo </a>e um caso pessoal envolvendo a <a href="http://www.ikea.com/" target="_blank">Ikea </a>e os móveis para seu apartamento na Holanda. Enfim, levantou a questão do designer criador de processos e não apenas produtos.</p>
<p>Explicou porque design livre é diferente de crowdsourcing e demonstrou como funciona o site <a href="http://corais.org">Corais.org</a>, uma plataforma de design livre “co-criada” pelo<a href="http://www.faberludens.com.br"> Instituto Faber-Ludens</a>.</p>
<p>Fred mostrou um dos produtos criados nessa plataforma, o <a href="http://corais.org/node/419" target="_blank">UX Cards</a>, um game usado para definição dos processos e metodologia de trabalho para projetos de UX. E convocou todos para colaborarem nesse e outros projetos que estão rolando no <a href="http://corais.org" target="_blank">corais.org</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>DIA 2 &#8211; </strong><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong>22/10/2011</strong></span></h2>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Interface para um ambiente de consumo + participação: um widget social para a experiência Globo.com</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrantes: Paulo Coimbra (Globo.com)<br />
<a href="http://www.slideshare.net/paulocoimbra/interface-para-um-ambiente-de-consumo-participao">Apresentação SlideShare</a> | <a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo21.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a> </em></p>
<p>Um case bacana de integração do widget social do twitter dentro de um dos maiores portais de conteúdo brasileiros. Além de detalhar alguns pontos do processo ágil envolvido na produção, o Paulo falou bastante dos desafios e quebra de paradigmas envolvidos nesse projeto, entre eles a questão da moderação e curadoria da enorme quantidade de conteúdo gerada pelos usuários, o que tornou o projeto bastante desafiador.</p>
<p>O sucesso do projeto garantiu o reconhecimento da auto-moderação e da inteligência coletiva dentro da companhia.</p>
<p>Alguns dos aprendizados:</p>
<ul>
<li>Diálogo no lugar de simples mídia.</li>
<li>Foco no produto em vez de entregáveis.</li>
<li>Entregar além do briefing e do status qüo.</li>
<li>Ter que entender as regras do negócio e se necessário ir além.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Panorama do mercado de trabalho</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrantes: Elisa Volpato e Stefan Martins (UPA – São Paulo)<br />
</em></p>
<p>A Elisa e o Stefan apresentaram os resultados da pesquisa da UPA sobre o mercado de UX no Brasil. Cargos, nomenclaturas, salários, níveis de senioridade, divisão dos profissionais por região do país etc. A ideia da Associação é realizar esta pesquisa anualmente para conseguir entender a evolução dos dados com o passar do tempo. Um dos pontos mais comentados foi o crescimento dos profissionais sênior com pouco tempo de mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Arquitetura de Informação sem wireframe</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrantes: Rodrigo Freese Gonzatto, Karla da Cruz Costa (Instituto Faber-Ludens)<br />
</em><em><a href="http://www.slideshare.net/gonzatto/arquitetura-da-informao-sem-wireframe" target="_blank">Apresentação no SlideShare </a> | <a href="http://www.congressoebai.org/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo33.pdf" target="_blank">Artigo em .PDF</a></em></p>
<p>Wireframing é a tarefa mais executada pelo profissional de AI brasileiro. A partir dessa constatação, foi feita uma longa explanação do que é um wireframe e de seus problemas, em seguida foram apresentadas algumas alternativas ao uso do wireframe, como técnicas de narrativa guiada, wireflow uma mistura de wireframe e fluxo, o conhecido sketching e o “gogósketching” que utilizaria a fala como meta-prototipação.</p>
<p>Acima de tudo, reforçaram a técnica do sketch, que é um processo divergente, coletivo e prega a experimentação, enquanto o wireframe é convergente e solitário.</p>
<p>Ao fim muitos comentários e uma conclusão: o wireframe só é vilão se for mal utilizado. Se utilizado como ferramenta de colaboração e diálogo em vez de simples entregável, ele se torna uma ferramenta muito mais valiosa e entrega mais valor ao nosso produto final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Web Dogma</strong><strong><br />
</strong><em>Palestrante: <a href="www.fatdux.com/who/person/eric-reiss" target="_blank">Eric Reiss </a>(FatDUX)<br />
<em><a href="http://www.slideshare.net/ericreiss/o-dogma-da-web-ebai-so-paulo-brasil" target="_blank">Apresentação no SlideShare </a></em> </em></p>
<p>Eric trouxe seu famoso <a href="http://www.fatdux.com/how/our-web-dogma/" target="_blank">Web Dogma</a> (2006), um tipo de tratado com regras básicas para melhorar a experiência de uso de sites e aplicações. Apresentou muitos casos reais de sites que não seguem algumas dessas regras básicas e acabam fracassando em suas experiências. Também falou sobre inovação,  afirmando que o Brasil é um país inovador por natureza e que tem tudo para ser bem sucedido inovando e trabalhando em colaboração com outros países.</p>
<p>Algumas frases e insights:</p>
<ul>
<li><em>Invenção só é inovação quando resolve um problema real.</em></li>
<li><em>Dogmas = bullshit</em></li>
<li><em>Criatividade não é o que você faz mas como pensa.</em></li>
<li><em>Limitações exigem que sejamos criativos. *Lembrei da frase do Jaime Lerner: “A criatividade começa quando se corta um zero do orçamento&#8230;”</em></li>
<li><em>Quem controla o passado comanda o futuro.</em></li>
<li><em>Quebre regras sempre que necessário.</em></li>
<li><em>Não precisamos apenas de inovação disruptiva e sim muita inovação incremental.</em></li>
<li><em>O email foi uma inovação disruptiva, que permitiu colaborar em um mesmo documento.</em></li>
<li><em>Como tornar o Brasil um país melhor? Comece pelo incremental, busque fazer pequenas melhorias a sua volta.</em></li>
</ul>
<p><em><br />
</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>UX Basis da Hello ganha Euro IA summit</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 19:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
		<category><![CDATA[ai]]></category>
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		<category><![CDATA[experienciadousuario]]></category>
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		<description><![CDATA[James Kelway é Arquiteto de Informação Senior da Hello Group e junto com sua equipe criou o UX Basis. Em apenas um gráfico dinâmico e baseado no famoso Elementos da Experiência do Usuário do J.J.Garret, conseguiram unificar as ferramentas e processos mais conhecidos de UX num macro processo, onde todas as peças desse grande quebra-cabeças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://userpathways.com" target="_blank">James Kelway</a> é Arquiteto de Informação Senior da <a href="http://hellogroup.com" target="_blank">Hello Group</a> e junto com sua equipe criou o <a href="http://uxbasis.hellogroup.com/" target="_blank">UX Basis</a>.<br />
Em apenas um gráfico dinâmico e baseado no famoso <a href="http://www.jjg.net/elements/pdf/elements.pdf" target="_blank">Elementos da Experiência do Usuário do J.J.Garret</a>, conseguiram unificar as ferramentas e processos mais conhecidos de UX num macro processo, onde todas as peças desse grande quebra-cabeças de conceitos se encaixam. Cada peça é descrita de forma bem objetiva e prática em sua <em>Card</em>, dizendo <em>O que é</em>, <em>Quando é usado</em> e <em>Por quê</em>.</p>
<p>Ajudaram a comunidade de UX mundial com um super guia e de quebra o projeto foi premiado no <a href="http://www.euroia.org/" target="_blank">Euro IA summit em Copenhagen</a>.</p>
<p>UX in a Box e na veia, olha aí o resultado:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="558" height="543" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="ux_diagram" value="http://uxbasis.hellogroup.com/wp-content/themes/DarkPlanet/images/ux_diagram.swf" /><param name="src" value="http://uxbasis.hellogroup.com/wp-content/themes/DarkPlanet/images/ux_diagram.swf" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="558" height="543" src="http://uxbasis.hellogroup.com/wp-content/themes/DarkPlanet/images/ux_diagram.swf" ux_diagram="http://uxbasis.hellogroup.com/wp-content/themes/DarkPlanet/images/ux_diagram.swf"></embed></object></p>
<p>Veja a versão completa em <a href="http://uxbasis.hellogroup.com/" target="_blank">http://uxbasis.hellogroup.com</a></p>
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		<title>Kick-off</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 01:18:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Primeiro post, em meu primeiro blog &#8220;sério&#8221;, onde falarei sobre design de interação, arquitetura de informação e usabilidade. Espero poder compartilhar o que aprendo em minhas experiências no dia-a-dia como Arquiteto de Informação, além de criar um espaço para discussão e disseminação dessa disciplina tão nova e interessante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro post, em meu primeiro blog &#8220;sério&#8221;, onde falarei sobre design de interação, arquitetura de informação e usabilidade. Espero poder compartilhar o que aprendo em minhas experiências no dia-a-dia como Arquiteto de Informação, além de criar um espaço para discussão e disseminação dessa disciplina tão nova e interessante.</p>
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