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	<title>Arquitetando &#187; Design</title>
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	<description>Arquitetura de Informação, Design e Experiência do Usuário (UX)</description>
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		<title>Em busca da metodologia perdida</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 22:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
		<category><![CDATA[metodo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nosso maior desafio está em atender o cliente sem perder o foco no usuário. Para isso existem métodos, processos e boas práticas, que guiam e protegem das armadilhas em um projeto. Aprendi a duras penas que mesmo coisas simples podem dar muita dor de cabeça. E foi errando muito que aprendi que é possível levar [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.zumk.com.br/arquitetando/wp-content/uploads/2010/11/zen1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-321" title="zen" src="http://www.zumk.com.br/arquitetando/wp-content/uploads/2010/11/zen1.jpg" alt="" width="570" height="170" /></a></p>
<p>Nosso maior desafio está em atender o cliente sem perder o foco no  usuário. Para isso existem métodos, processos e boas práticas, que guiam  e protegem das armadilhas em um projeto.</p>
<p>Aprendi a duras penas que mesmo coisas simples podem dar muita dor de  cabeça. E foi errando muito que aprendi que é possível levar a vida de  maneira mais <em>zen</em>. Então pensei, porque não levar essa pequena  sabedoria também para meu trabalho? Rabisquei alguns conceitos numa  folha de papel, e percebi que se parecia com um tipo de metodologia, foi  então que tive a idéia de incorporá-los ao processo de design.<br />
A ideia é que ao menos possamos melhorar nosso foco e quem sabe criar um ambiente de trabalho mais eficiente e saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Briefing e requisitos</h2>
<p><strong><em>Esvazie e medite</em></strong></p>
<p>A participação de um profissional de UX em uma reunião de briefing é  essencial, afinal na maioria das vezes é ele quem faz a ponte entre os  demais profissionais, através de um entendimento pleno do projeto.<br />
Antes de participar de uma reunião de briefing, <strong>esvazie a mente de qualquer idéia pré-concebida e pré-conceitos</strong>. Assim poderá enxergar com clareza todas as necessidades apresentadas pelo cliente.<br />
Ouça com toda a atenção, evitando pensar em soluções prontas para cada problema que ouve.<br />
Anotações são bem-vindas, desde que não tirem o foco da fala do cliente.  Anote apenas o essencial, ou grave a conversa através de um celular que  tenha esse recurso.<br />
Antes de sair metralhando o cliente com dúvidas, <strong>medite sobre o que foi falado</strong>. Só então faça as perguntas certas.<br />
Esse tipo de atitude evita desencontros de informação e garante um  projeto fiel as necessidades do cliente e seus requisitos de negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> </strong>Análise e planejamento</h2>
<p><strong> <em>Observe e expanda</em></strong></p>
<p>Considerada a etapa mais importante de qualquer projeto, a análise e  planejamento direcionam todas as demais etapas. Pesquise o máximo que  puder, com o tempo e dinheiro disponível para o projeto.<br />
Pratique a <strong>observação</strong>, tanto dos dados estatísticos e  informações pesquisadas, quanto do comportamento dos usuários, se  possível em seu ‘habitat’, através de técnicas de <strong>etnografia</strong>.<br />
A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Observa%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">observação</a> é uma das etapas do método científico. Consiste em perceber, ver e não interpretar.<br />
A partir da imersão nesse material gerado, teremos uma definição real  dos problemas a serem resolvidos, assim como o perfil e comportamento do  usuário e público alvo.<br />
Então, <strong>expanda</strong>! Organize brainstorms, troque idéias com  profissionais de outras áreas, discuta idéias através de painéis  semânticos, comunique-se e gere insights, que no fim levarão a  conclusões mais acertadas.<br />
A riqueza desse material e das idéias geradas dará forma a uma <strong>estratégia</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Conceito e design</h2>
<p><em><strong> Foque e experimente</strong></em></p>
<p>A partir da estratégia traçada, iniciamos a criação do conceito e do design propriamente dito. Mais do que nunca, <strong>o foco na estratégia é essencial</strong>,  para não desviarmos do nosso objetivo, pois motivos para isso haverá  aos montes, desde a interferência do cliente, até o desenvolvedor, que  dirá que tal solução não pode ser construída.<br />
Quando chegar a um conceito de design para seu projeto, é hora de <strong>experimentar</strong>!  Afinal, há mil maneiras de se preparar Neston. Então, invente e crie,  use rabiscoframes, protótipos de todos os tipos, cores e tamanhos.  Risque, amasse e tente de novo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Avaliação com usuários</h2>
<p><em><strong> Respire e desapegue</strong></em></p>
<p>Caso tenha tido a sorte de trabalhar para uma empresa e um cliente conscientes dos processos de <a rel="tipsy" href="http://en.wikipedia.org/wiki/User-centered_design"><strong>UCD</strong></a>, você será responsável pelos testes com usuários, ou ao menos acompanhará de perto o processo. Caso contrário, <strong>respire</strong>, encha o peito e diga aos decisores que isso se faz necessário, insista de verdade.<br />
Se você é designer, aqui vai uma dica: <strong>desapegue</strong>. E  lembre-se, o projeto não é seu e nem é para você e sim para o usuário,  portanto perca qualquer apego ao seu belo projeto de design e fique  aberto a críticas e observações feitas por eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>De volta a prancheta</h2>
<p><em><strong> Repita</strong></em></p>
<p>Como o processo de design centrado no usuário é um ciclo iterativo, a repetição faz parte do jogo, então volte e repita o processo, para corrigir possíveis falhas e adaptar os pontos necessários à realidade do usuário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Controle de qualidade</h2>
<p><em><strong> Concentre-se</strong></em></p>
<p>Ao término do trabalho percebemos que ainda temos muito por fazer.<br />
Mesmo a validação com usuários não irá salvar um projeto, principalmente  se este for grande, se não houver uma sincera preocupação com o  controle de qualidade.<br />
<strong>Concentre-se nos detalhes</strong>. Afinal, Deus e o Diabo estão nos detalhes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Lançamento</h2>
<p><em><strong> Avalie e medite</strong></em></p>
<p>Enfim, o projeto terminou. Se a lição de casa foi feita, tudo foi um  sucesso, todos estão felizes e festejando o filho que nasceu.<br />
Essa é a hora de <strong>avaliar o que passou</strong> e <strong>meditar sobre os pontos positivos e negativos</strong>, afinal apenas com <em>feedback</em> e auto-avaliação que crescemos e evoluímos.</p>
</div>
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		<title>Psicologia da Gestalt e Design Para Web</title>
		<link>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2009/04/29/rt-smashingmag-psicologia-da-gestalt-e-design-para-web/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 16:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[apresentacao]]></category>
		<category><![CDATA[gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[slideshare]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[A Teoria da Gestalt fala sobre a psicologia da percepção humana. Pesquisadores deste fenômeno descobriram cinco leis que podem ser usadas no webdesign moderno. São elas: * Lei da proximidade: diz que objetos próximos um do outro são distinguidos como um grupo. * Lei da similaridade: explica que objetos que possuem propriedades similares são agrupados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object style="margin:0px" width="425" height="355"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=gestaltpsychology-1228813512272351-9&#038;stripped_title=gestalt-psychology-presentation" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=gestaltpsychology-1228813512272351-9&#038;stripped_title=gestalt-psychology-presentation" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"></embed></object></p>
<p>A Teoria da Gestalt fala sobre a psicologia da percepção humana. Pesquisadores deste fenômeno descobriram cinco leis que podem ser usadas no webdesign moderno. São elas:</p>
<p>* Lei da proximidade: diz que objetos próximos um do outro são distinguidos como um grupo.<br />
* Lei da similaridade: explica que objetos que possuem propriedades similares são agrupados.<br />
* Lei do fechamento: diz que objetos quando juntos e cercados por algum tipo de borda, mesmo sutil ou incompleta, são vistos como um grupo.<br />
* Lei da continuidade: mostra objetos colocados em linha são vistos como grupos.<br />
* Lei da simplicidade: mostra que os objetos são sempre percebidos em suas formas mais simples.</p>
<p>por Henk Wijnholds</p>
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		<title>Os erros mais comuns em UX Design</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 18:02:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura de Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[UX]]></category>
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		<category><![CDATA[interface]]></category>
		<category><![CDATA[marshable]]></category>

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		<description><![CDATA[1. …user interface design It’s not uncommon to confuse “user experience” with “user interface” — after all it’s a big part of what users interact with while experiencing digital products and services. But the UI is just one piece of the puzzle. “Interface is a component of user experience, but there’s much more,” says Peter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>1. …user interface design</h2>
<hr />It’s not uncommon to confuse “user experience” with “user interface” — after all it’s a big part of what users interact with while experiencing digital products and services. But the UI is just one piece of the puzzle.</p>
<p>“Interface is a component of user experience, but there’s much more,” says <a href="http://peterme.com/" target="_blank">Peter Merholz</a>, founding partner and president of <a href="http://adaptivepath.com/" target="_blank">Adaptive Path</a>. <a href="http://christiancrumlish.com/" target="_blank">Christian Crumlish</a>, curator of the <a href="http://developer.yahoo.com/ypatterns/" target="_blank">Yahoo! Design Pattern Library</a>, explains that design “isn’t about cosmetics, pixel-pushing, and button placement. It’s holistic and it’s everyone’s concern, not just the realm of ‘artistic’ types.”</p>
<p><a href="http://odannyboy.com/">Dan Saffer</a>, founder and principal at <a href="http://www.kickerstudio.com/" target="_blank">Kicker Studio</a>, agrees that it’s common for design to be mistaken for being solely about decoration or styling. “I’ve had clients tell me not to worry about what their strategy is,” he says, “because why would a designer care about that? UX is more than just skin deep.”</p>
<p>Veja o artigo completo <strong><a href="http://mashable.com/2009/01/09/user-experience-design/">aqui</a></strong>.</p>
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		<title>Kick-off</title>
		<link>http://www.zumk.com.br/arquitetando/2008/09/22/boas-vindas/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 01:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zumk</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Primeiro post, em meu primeiro blog &#8220;sério&#8221;, onde falarei sobre design de interação, arquitetura de informação e usabilidade. Espero poder compartilhar o que aprendo em minhas experiências no dia-a-dia como Arquiteto de Informação, além de criar um espaço para discussão e disseminação dessa disciplina tão nova e interessante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro post, em meu primeiro blog &#8220;sério&#8221;, onde falarei sobre design de interação, arquitetura de informação e usabilidade. Espero poder compartilhar o que aprendo em minhas experiências no dia-a-dia como Arquiteto de Informação, além de criar um espaço para discussão e disseminação dessa disciplina tão nova e interessante.</p>
]]></content:encoded>
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